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28 de julho de 2010

HALLELUYA E A ESTRUTURA DO AMOR

O sol ainda está descendo. O barulho do dia ainda em pleno vapor. Carros, buzinas, gente falando, gente caminhando, o telefone que não para... Só o coração bate diferente, parece aquecido pela expectativa, apressado pela hora que quase já chegou. O corpo, de fato cansado, mas com uma força surpreendente, que vem de dentro, que a fé alimentou. A poeira começa a subir, a correria agora é para finalmente chegar. Passos apressados, ajustes, retoques, torpedos ilimitados: “tô chegando”, “passo já aí’, “segura as pontas que chego já”, “cadê o músico?”, “quem vai buscá-lo?”, “vai dar certo”, “peraí!!!”. Neurônios consumidos, mas continua mesmo “esbaforido” porque depois o trânsito só faz piorar. Tudo vai valer a pena quando chegar. Não é como mágica, mas é fruto do amor que se deixa provar pelo teste da resistência. Não tem estrutura melhor do que fazer por amor. Aí, no primeiro louvor tudo ganha um verdadeiro sentido e a gente já esquece de tudo o que passou. E continua a correr e continuar a se dar. E quando o sol estiver quase voltando... alguns minutos de descanso... e recomeça a se entregar.

Pra quem serve no Halleluya, OFERTAR-SE é a força que faz viver!

Dedico esse texto aos meus irmãos que serviram nesse Halleluya... :)

Um comentário:

  1. Amiga, obrigada pelo seu sim a Deus. O Halleluya é para mim a melhor forma de devolver de corpo e alma as maravilhas que o Senhor fez e faz na minha vida. Ia lendo a sua descrição perfeita dos nossos dias, lembrando das poucas horas de sono, do cansaço fisico e meu coração aos pulos, assim como minha alma. Beijos!! Juliana Gurgel

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