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Mostrando postagens de Outubro, 2010

A Castidade como um Sim!

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Depois de ler um post no blog do meu amigo Felipe Bezerra (http://shalomfelipe.wordpress.com/2010/10/21/is-pre-marital-sex-always-a-sin/), tive vontade de escrever sobre a castidade. Também me lembrei de um retiro promovido pela Comunidade Católica Shalom - da qual faço parte - que fiz no ano passado e que me ajudou muito a mergulhar nesse imenso dom. Sei que é um tema muito importante e muito tratado no meio cristão, afinal, viver a castidade no mundo de hoje está cada vez mais desafiante, não é? E por ser tão desafiante, para ser casto é preciso dizer um sim a Deus diário, constante e muito “suado”. Nesse post vou tentar abordar o tema de uma maneira mais formativa, no próximo, prometo escrever sobre a castidade como poesia.
Quero começar com a frase do fundador da Comunidade Shalom, Moyses Azevedo, que diz: “A vontade de Deus não é a parte mais fácil, mas é a parte mais feliz.” Por isso, de início, já digo a você que sabe que a vontade de Deus para nós é a santidade e que para sermo…

Quero falar de espinhos

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"Órgão axial ou apendicular, duro e pontiagudo (como os encontrados na laranjeira), resultante da modificação de um ramo, folha, estípula ou raiz, constituído por tecido lignificado e vascular, e que, se arrancado, destrói o tecido subjacente.”

O espinho protege a rosa como o sofrimento reveste a alma. Na proporção que fere, parece ressaltar a sua beleza, aquela mais profunda, que traz inteireza sem ausência de dor.

Quando se reconhece a força de amor da Cruz, se entende a importância do espinho e se compreende que uma rosa é completa só com ele, como a vida se completa somente quando nos desafios desabrocha. O espinho que faz chorar ensina pela rosa a fazer sorrir. E a conjugação de contrárias riquezas exalta a delicadeza dos opostos que se unem em um equilíbrio próprio de quem sabe quem os plantou.

Quem descobre a verdadeira beleza dos espinhos sabe admirar uma rosa.

Quem descobre no desafio uma oportunidade sabe na alegria ser feliz.

E quem colhe e acolhe rosas e espinhos aprendeu…

Vossa Sou

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Celebrando a vida de Santa Teresa, gostaria de partilhar um dos poemas dela. Para mim, esse poema é o mais lindo de todos. Ô coisa linda é um coração rendido a Deus! Que pela graça Dele, o nosso também seja assim.

“Soberana Majestade, e Sabedoria Eterna, Caridade a mim tão terna, Deus uno, Suma Bondade, olhai que a minha ruindade toda amor, vos canta assim: Que mandais fazer de mim? Vossa sou, pois me criastes. Vossa, porque me remistes. Vossa, porque me atraístes e porque me suportastes. Vossa, porque me esperastes e me salvastes por fim: Que mandais fazer de mim?

Que mandais, pois, Bom Senhor, que faça tão vil criado? Qual ofício me haveis dado, a este escravo pecador? Amor Doce, Doce Amor, vede-me aqui fraca e ruim: Que mandais fazer de mim? Eis aqui meu coração, deponho-o em vossa palma. Minhas entranhas, minha alma, meu corpo, vida e afeição. Doce Esposo e Redenção, a vós, entregar-me vim: Que mandais fazer de mim?

Morte daí-me, daí-me vida, saúde ou moléstia daí-me. Honra ou desonr…

Uma Paixão Antiga...

Achei linda essa história! Ela foi publicada no site da Revista Época e pode ser lida na íntegra através do link:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI178503-15228,00-UMA+PAIXAO+ANTIGA.html

José Pedro, de 84 anos, e dona Nhanhá, de 91, sobem ao altar. Com a bênção da mãe do noivo, de 104

Quando ouviu do padre a pergunta que costuma dar um friozinho na barriga de toda noiva, Laudelina Isabela quase fraquejou. De seus lábios enrugados, finalmente saiu a resposta que todos na igreja aguardavam: “Aceito”. Dona Nhanhá não é uma noiva comum. Ela tem 91 anos, filhos, netos, bisnetos e até um trineto. O noivo, José Pedro Henrique Paiva, tem 84 anos. Ele foi levado ao altar pela mãe, dona Sá Vita, de 104 anos. “Entro com o Zé Pedro na igreja mesmo que seja carregada”, dizia a mãe centenária. O casamento, no dia 25 de setembro, parou a pequena Senhora de Oliveira, município mineiro de apenas 6 mil habitantes, a 180 quilômetros de Belo Horizonte.

A inesperada idade dos noivos não é o…

DEUS AJUDE O BRASIL!!!

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Ainda sou do tempo em que, nos colégios, a gente cantava o hino nacional enquanto era hasteada a bandeira do Brasil. Tínhamos que colocar a mão direita no peito e respeitarmos solenemente aquele momento. Éramos educados para amar e defender a nossa pátria. Aprendíamos todos os hinos e marchávamos no dia sete de setembro.

Mesmo sendo criança, vi a conquista de eleger um presidente pelo voto popular. Vi nossa moeda mudar várias vezes e vi um presidente “cair”. Vi melhoras e pioras econômicas. Como nordestina nata, vi pobreza grande quando morei no sertão do Ceará e conheci boa parte do interior de Sergipe. Vi também a disparidade de progresso das regiões brasileiras quando morei no sudeste. Conheci vários países de “primeiro mundo” e tive meu patriotismo reascendido quando morei por um tempo “fora”. E acho que o Brasil é um país fantástico para se viver. Já senti saudade do “cheiro” dessa terra quando não morava aqui.

Mas o que eu nunca vi foi um tempo tão difícil! Politicamente desmora…

Só um pouco mais...

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Só mais um pouco de calma, mais um pouco de alma, mais um pouco de espera. Só mais um pouco de coragem, mais um pouco de verdade e mais um pouco de fé. Só mais um pouco de paciência, mais um pouco de insistência, mais um pouco de vontade. Só mais alguns centímetros de liberdade, mais um metro de sinceridade e alguns quilômetros de luta. Na fita métrica da vida sempre falta mais uma medida para se chegar ao fim. "Ao contar os nossos dias, dai-nos sabedoria” para não pararmos quando faltar só um pouco mais de caminho, um pouco mais de espinho, um pouco mais de algo qualquer. Só mais um pouco de tudo, mais um minuto de esperança, mais uma hora de determinação. Só mais um pouco para perceber que o caminho se desfez. Só mais um pouco para ver que a ponte caiu, que a cortina se abriu e que o tempo correu. Só mais um pouco porque tudo Ele já fez. Se não formos até o final, terá valido caminhar? Só um pouco mais... não podemos desistir agora.